“Ele me perguntou o que eu realmente queria da vida. No fundo, eu quis dizer: “Você. Não tá muito na cara? Eu te quero.” Mas fiquei quieta só observando. Eu queria ele, só ele. Mas não disse nada. Ele já deveria saber.”
“Ela era forte, e sabia. Por isso andava sorrindo por aí, ignorando todas as suas dores.”
“O que aconteceu depois? Nada. Por quê? Não sei, na verdade. Sabe como são esses contatos físicos. A coisa começa de um jeito, meio sem nome, como apenas uma brincadeira, e no fim acaba ficando meio sério porque esse tipo de coisa adulta não deveria ser praticada por duas crianças no quesito “romance”. Não nos apaixonamos, foi isso. Nos demos fantasticamente bem na parte física e mesmo assim decepcionamos nossas almas.”
“Eu não sei. Quer dizer, eu sei. Eu acho que sei. Bem, parece, tudo indica, acho que decidi que, puta merda, eu amo você.”
“Adoro sua voz. E a sua mão quente e o seu beijo calminho e intenso. Eu não gosto nunca de nada e gostei tanto de você.”